Um blog que denuncia erros e desonestidades de certos ateus ou anti-religiosos. Essa denúncia é um bem também ao ateísmo
O homem está louco. E nós o enlouquecemos. (paráfrase a Nietzsche)
sexta-feira, 23 de março de 2012
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segunda-feira, 19 de março de 2012
Ao sr. Bart Rabelo
Todos que aqui comentaram com disposição reflexiva foram devidamente bem respondidos; este blog prima pelo conhecimento da realidade, pela inteligência e pela sinceridade em sua interpretação.
Embora errar seja algo totalmente humano e eu esteja disposto corrigir meus erros mediante apontamento de tais, este blog é lícito e não procura falsear fatos, perseguir ou denegrir a imagem ou a honra das pessoas aqui citadas.
Respeito os ateus assim como respeito os religiosos, o que não faz com que eu tenha que aceitar sem críticas determinadas atitudes ou argumentos utilizados por cada um. Se seu advogado pensar diferente, que entre em contato com a minha advogada, para discutirem os termos de sua insatisfação. Mas seria melhor mesmo é que sua razão reflexiva pudesse pôr ordem nas ideias e te ajudar a buscar a paz dentro de você mesmo. Da liberdade que você goza e exerceu – tecer críticas a alguém eu seu blog – eu também gozo e vou exercer.
Reitero que sempre fui atencioso com dúvidas ou apontamentos que terceiros – mesmo pessoas que não conheço pessoalmente ou pessoas que não apresentam fotos em seus perfis – fizeram em meu blog, mas sempre buscando seguir as ponderações que desde janeiro do ano passado coloquei para a aprovação de comentários, que, se notar, tais ponderações são feitas para buscar um diálogo saudável.
Decerto, sempre tive presente que boas críticas ajudam a melhorar o trabalho aqui feito.
O que a Carta Constitucional determina, em seu Preâmbulo, é que todos os brasileiros se voltem a buscar uma sociedade fraterna, fundada na harmonia social.
Embora eu seja incisivo em minha crítica, não tenho o menor interesse nem intenção de minar e fragmentar a tão diversa e harmoniosa sociedade brasileira.
Sigamos, portanto, os ditames constitucionais em nossos trabalhos.
sábado, 3 de março de 2012
Censura
Há certo tempo Bart Rabelo, da banda BluesGraf, fez um post com uma réplica ao Snowball e logo em seguida fez outro o acusando de ter censurado um de seus comentários no blog do cristão. (esse post é o que chamo de "evidências de onisciência atéia")
Como "o apressado come cru", Bart Rabelo teve seu comentário publicado no site, de modo que suas palavras contra a "censura" do cristão agora não passam de mentira. (e desmentida por mim em comentário no site do Bart)
Mas para piorar a situação do glorioso ateu, ele aplicou o mesmo perverso sistema de seleção de informações (opa! hehehe) com relação a alguns de meus comentários.
Reparem no segundo print abaixo que posto três comentários (pois eles eram deletados sucessivamente) após o comentário dele. Todos foram deletados.
Ainda esta semana publicarei mais pérolas do Bart Rabelo.
(pasta com prints)
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Ele pensa sozinho...
Eu Penso Sozinho: Deus, Um Delírio - Richard Dawkins: (Esta não é uma resenha comum, é sobre a sensação, sensação que este livro causou e o que seu escritor representa para mim) Pela primeira ve...
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Paulo Roberto Lopes: o jornalista dos pobres (de intelecto) e oprimidos (por fantasmas)
O blog seria, segundo alguns, uma ferramenta para divulgar as notícias desprezadas pela grande mídia (mas também todas as contempladas pela grande mídia, apenas depende do Ibope – alguém duvida que religiosos pedófilos dá ibope?)
Há algum tempo possuo o blog do Paulo em meu feed do Blogger, e quando eu freqüentava mais tal blog lembro que eu considerava ruim, entre outros fatores, o fato de o Paulo por vezes não colocar o link para a fonte da notícia em questão. Por exemplo, se a notícia era retirada do R7, G1, EFE, etc, o Paulo indicava apenas a página inicial do site – se você quisesse a notícia em questão teria que procurar no site.
Outras vezes ele sequer cita qualquer fonte, apenas expõe um texto.
Mas desconfio o motivo dele esconder o link da notícia em voga: o que o Paulo Roberto Lopes fazia (e ainda faz) é, na melhor das hipóteses, paráfrase da notícia dada pelas grandes agências.
Um exemplo de notícia sem fonte está neste post (reparem que nos comentários ele posta a fonte da notícia [jornal El País] – notem também que todas as informações contidas no post do magnífico jornalista de blog foram retiradas da notícia original).
Notemos também que o Paulo faz dinheiro com seu blog (1, 2, 3, 4, 5), e faz de maneira muito esperta: 1- sabe que existem delinqüentes e doentes que adoram determinado tipo de notícia – ibope para ele não vai faltar (mesmo tais doentes sendo minoria). 2- para completar, majoritariamente o Paulo sequer se dá ao luxo de fazer a notícia ou produzir algo – na melhor das hipóteses temos sempre paráfrases de notícias de jornalistas que são supostamente mais profissionais que o Paulo ou comentários de seus leitores promovidos a posts.
Portanto, o trabalho que o Paulo tem para ganhar dinheiro é de zero a mínimo.
Paulo Roberto Lopes é um exemplar perfeito daquilo que o jornalismo brasileiro tem de melhor.
Fico pensando se o jornalista Paulo Roberto Lopes tem algum contrato ou autorização para fazer proveito daquilo que é publicado em outras agências de notícias; e se está incluso no contrato ou autorização ganhar dinheiro usando o trabalho alheio.
Digo isso pelo fato de que agências como a EFE são extremamente chatas em relação a seu conteúdo, proíbem expressamente qualquer tipo de “redistribuição e redifusão da totalidade ou parte dos conteúdos dos serviços da EFE, sem consentimento prévio e expresso da Agencia EFE S.A”. Cito a EFE apenas pelo fato de ser muito fácil de encontrar tal aviso (rodapé da página), todas as agências tendem a proteger seu conteúdo. (o Paulopes também já utilizou conteúdo da EFE)
Não sei também se o valioso método da paráfrase tão usado pelo Paulo exime o mesmo espertalhão das leis de copyright ou mesmo da ética da profissão que diz exercer. (mas talvez o Paulo tenha licença, não é?)
Mas as suspeitas sobre tal criatura não param por aí. Justamente no post que o “jornalista” fez sobre um veto (ou censura – não vou discutir termos aqui) da ICAR, o Paulo censurou o comentário de um leitor e, em seguida, fechou o post para comentários de qualquer pessoa.
Como eu havia comentado naquele post, eu assinei o feed de comentários, e recebi em meu email a resposta que foi censurada pelo Paulo, escrita por Euclides.
Abaixo, temos a imagem sem o comentário do Euclides, e logo abaixo do comentário do Paulo temos também a mensagem de que os comentários estão proibidos (não é permitido fazer novos comentários):
O meu comentário foi novamente censurado.
Revoltado, comentei novamente, e desta vez o Paulo não censurou.
Abaixo, o prin:
Para quem está acostumado a discussões na internet, sofrer censura de ateu não é novidade alguma.
Embora todos os resultados não sejam corretos, esta busca no Google ajuda a dar a dimensão do gosto que o Paulo possui pelos anônimos.
Além de corroborar o fato do Paulo pouco colocar seu intelecto para trabalhar pelo dinheiro que recebe do AdSense, corrobora também o fato de que o Paulo muito possivelmente lê todos os comentários.
Isso o faz conivente com o achincalhe, troca de insultos preconceito e discriminação que costumeiramente acontece nos comentários de seu blog, notadamente entre os anônimos, pertencentes a qualquer cosmovisão.
Do Cotrim (que parece ser onisciente em relação ao Paulo), gostaria de destacar apenas este incrível OWNED:
Levando em consideração aquilo que foi aqui apresentado, há bons motivos para considerar que o Paulo Roberto Lopes tem comportamento desonesto, pouca capacidade crítica e resquícios de incompetência até para cumprir a torpeza que ele se propôs a fazer; mas nem por isso deixa de ser um cara muito esperto.
(aqui a pasta com prints)
sábado, 14 de janeiro de 2012
Do lado de lá
O que é isso companheiro?
Farsa, farsantes e megalomaníacos.
Uma das razões para eu publicar pouco, é que dá nojo em ler o tanto de bosta que andam jogando na internet.
Há gente que não cresce intelectualmente, não estuda o que deveria, está tão preocupada em servir seu gostinho pessoal e propagar como verdade que não consegue perceber a loucura que faz.
Atualização 16/01/2012
(e ao fofoqueiros que adoram ver "lavação de roupa suja", vejam os comentários daqui)
Será que perceberão o óbvio, que o ser humano é ruim? E o link serve de prova.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Dinheiro
Qualquer semelhança é mera coincidência.
(outra aqui em 12-11-2010)
Com créditos para a eterna fonte de pérolas®
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Ele pensa sozinho...
Atentos também a segunda frase "Ateus surgem sempre que minorias lutam[...]", que é extremamente duvidosa ou ao menos complexa demais para ser dita de forma tão simples e genérica.
Vi aqui
(atualização: aos curiosos, balela semelhante foi dita pela vovó do ateísmo brazuca.)
Atualização 22/12/2011: em relação ao comentário do Antônio, assim respondi e fica melhor esclarecida a pérola:
Que o ateu não depende de uma próxima vida para fazer o bem deveria ser (ou é) óbvio.
Cegueira é achar que o religioso precisa de uma próxima vida para fazer o bem nesta vida.
A verdade é que o fator “recompensa ou castigo” é usado quando outros meios persuasivos não foram eficazes, e isso no ensino normativo advindo de qualquer cosmovisão.
sábado, 3 de dezembro de 2011
Pobre taxista
Um triste relato, não é?
Agora saboreiem este manjar: Socorram aquela senhora . (que belo texto!!)
domingo, 30 de outubro de 2011
A universidade...
Há coisas que o Janer escreve que são de fato preciosas, no bom sentido. Críticas agudas e muito bem observadas.
No entanto, há algum tempo tenho notado que o Janer carece de certa capacidade de coerência naquilo que escreve. Ou são críticas-projeções (a crítica que o autor faz aos outros ‘cai como uma luva’ a ele mesmo) ou é um pensamento meio impulsivo, que se chamado para debate ou uma observação mais apurada não consegue ser sustentado coerentemente ou mesmo de forma argumentativamente válida. (prints sobre essas esquisitices posso publicar posteriormente)
Na realidade, muito do que foi escrito no artigo hoje carimbado não passa de estupidez, um desabafo troglodita digno da divindade que muitos ateus atingem hodiernamente.
Mas a grande pérola, a cereja do bolo, o ápice que a cegueira militante estúpida e autoritária poderia atingir foi assim expresso:
Vi aqui
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Enquanto isso, no bar do ateu...
"Mesmo havendo o rigor da Licenciatura em Sociologia, Filosofia ou História, quem nos garante o caráter laico da disciplina e do professor? Quem nos assegura que não será uma educação confessional? Quem sustenta o não proselitismo e o não constrangimento?"
Logo, não há informações suficientes para sustentar que seja um "absurdo" e sobretudo para sustentar que foi "um passo largo para um estado teocrático"
Sem mais.
Vi aqui.
domingo, 2 de outubro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
É só desabafo...
Eu não tenho evidências de que essa gentalha seja atéia - fica o aviso.
E ainda insisto para que os religiosos passem a levar esse tipo de delinquente à justiça.
Vi aqui.
(sim, ainda estou devendo o post sobre o texto tosco publicado por Pedro Almeida. E estou devendo mais um tanto de outras análises.)
domingo, 14 de agosto de 2011
Pedro Almeida, o gênio... ou: como um ateu qualifica certos pensamentos de outros ateus
Na genialidade de todo ateu de internet, o Pedrinho descobriu que eu comento no site do utensílio doméstico voador. (eterna fonte de pérolas®)
Assim comentei:
1 – Este blog é dedicado a publicar pérolas(bostas) atéias
2 – os ateus que aqui comentam (e, portanto, acrescentam palavras no blog) falam majoritariamente pérolas(bostas) para defender as pérolas(bostas).
3 – as pérolas(bostas) são pérolas(bostas) aqui, na China, na Dinamarca e em qualquer buraco que tenha surgido um ateu autor de pérolas. As pérolas (ou bostas, já que assim prefere o Pedro Almeida da LiHS) independem de qualquer cosmovisão.
Aos desavisados vale salientar que este blog não é necessariamente uma bosta: este blog é uma fossa séptica de bosta atéia. (portanto, Pedrinho acerta quando diz “blog de bosta”, se no sentido de ‘blog com bosta’)
Uma das grandes diferenças entre este blog e tantos outros domínios ateus na internet, é que aqui a bosta atéia recebe o tratamento que toda bosta merece receber.
No bule voador, a bosta é tratada como alimento. Aqui ela é tratada como excremento, bosta, estrume, merda, cocô, dejeto, esterco, fezes que é.
E que conste que ainda assim eu prefiro a palavra “pérola”. (mesmo já tendo usado outras palavras)
Agora vamos ao erro do Pedro Almeida, ateu mestrando em engenharia elétrica pela Universidade Federal de Juiz de Fora.
Diz ele: “algum texto aqui publicado seja tosco. Chama-se projeção”
Textos toscos do bule voador que já figuraram neste blog.
O Papa é chato e eu sou demais
Foque a pessoa (em um domínio-extensão do bule)
Como eu era ruim antes do ateísmo!
O Papa é chato e eu sou demais (outra versão)
Falo sobre o que sei, invento sobre o que acho que sei e minto sobre o que não sei
Eu não tenho muito tempo para visitar o divino site deles, menos ainda para gastar lendo a coisa racionalmente/argumentativamente parca que é majoritariamente publicada por lá. Que o bule voador tem coisa aproveitável, claro que sim.
Mas tem texto tosco, ou como prefere o Pedro, tem bosta atéia.
Portanto, está PROVADO CABALMENTE que o bule voador publica texto tosco. (ou bosta, como prefere o Pedro Almeida, diretor geral da Lihs)
E se alguém duvida, basta visitar um dos 11 links acima e provar que o texto em destaque não é tosco. *** atualização dia 30/08/2011: é um exagero dizer que "está provado cabalmente" que há texto tosco no bule se apenas levando em consideração os links. Errei. O correto seria dizer que há frases estupendamente toscas para os links em questão, mas não necessariamente o texto tosco (que dá sentido para o entendimento de "texto todo tosco", "do início ao fim tosco"). De qualquer forma, há texto tosco no bule voador (inclusive textos que estão linkados acima - mas os posts não falam sobre o texto todo), e um dos que comentarei em breve é de autoria de Eli Vieira
A sapiência de Pedro Almeida não deve ter permitido que ele notasse que, chamando meu blog de bosta, estaria chamando de bosta coisas que foram publicadas no bule e compartilhadas aqui.
Eu concordo, é bosta atéia, mas eu prefiro chamar de pérola.
Se aquilo que o Pedro fez não foi projeção, foi um baita tiro no próprio pé, uma vez que se eu projetei alguma coisa do meu blog, foi conteúdo sapiencial de ateu divino, inclusive do próprio bule voador. (e agora também coisa do Pedro)
Tadinho do Pedro...
Mas, como sou bondoso com pessoas de determinado nível ou disposição de pensamento, o próximo post será para explicar ao Pedro (e a quem mais necessitar) que o texto em questão é tosco.
Não necessariamente bosta (como prefere Pedro Almeida), mas tosco.
domingo, 24 de julho de 2011
Texto introdutório
O texto será aqui reproduzido e deve ser tomado como uma singela homenagem (também humorística) aos ateus autores de pérolas.
Em verde pequenos acréscimos e em azul as pequenas mudanças feitas por mim.
A propósito da imbecilidade
Já se encontraram fósseis do homem de Neandertal na Espanha, Alemanha, frança e Israel. A primeira ossada foi descoberta no Vale do Neander, em 1856. Sabe-se, hoje, a partir de uma flauta esculpida em osso de urso, que o neandertalense gostava de música e conhecia a escala musical básica. Foi o primeiro hominídeo a enterrar os seus mortos, podia chegar a 1,70 m, era de compleição robusta e tinha a testa proeminente, nada muito diferente de alguns H sapiens sapiens testudos que se vêem por aí. Acredita-se que o homem de Neandertal tivesse rudimentos de linguagem e ainda está em discussão se chegou a misturar-se como o homem moderno, cerca de 40 mil anos atrás.
A imbecilidade, qualidade ou estado de imbecil, que não deve ser confundida com retardamento grave, situado entre a idiotia e a debilidade mental, de que fala a psiquiatria clássica, é contudo muito anterior ao Homo sapiens neanderthalensis. Remonta a uma criatura de aparência simiesca que, há 30 milhões de anos, segundo Roger Fouts, começou a aventurar-se para fora das árvores, dando origem aos grandes primatas atuais – chimpanzés, gorilas, orangotangos e nós outros.
Imbecilidade é burrice, estultice, camelice, cretinice, asnice, tolice, processo de estultificação, parvoíce, burriquice – sinonímia extensa, como enorme, gigantesco, fenomenal é o número de estultos. Já na Roma dos césares, ou mesmo antes dela, era sabido que “Stultorum infinitum est numerus” – o número de tolos é infinito.
Este capítulo deveria chamar-se “filogênese da imbecilidade”, não fosse o risco de o substantivo filogênese, “história evolucionaria das espécies”, também merecer a tacha de imbecil. O período de 30 ou 40 milhões de anos passados nas árvores, pelos ancestrais da criatura de aparência simiesca que se aventurou no chão há 30 milhões de anos, pode ter sido muito útil para desenvolver dedos preênseis, visão binocular, crânio que se arredondou e cérebro que aumentou, que permitam ao avozinho do nosso avozinho caçar insetos arbóreos, rãs, lagartos e cobras com perfeita noção de profundidade, proporcionada pela visão binocular, sem correr o risco de se esborrachar num tombo de muitos metros de altura.
A história evolucionária da espécie é a história da sobrevivência dos mais aptos, o que absolutamente não quer dizer que seja a história dos menos imbecis. Até pelo contrário, a mesma imbecilidade que se vê hoje em dia, em todas as esferas, em todos os países de todos os continentes, onde o mínimo que acontece é a milícia talesbã dar com os costado na idade média, sérvios e croatas, judeus e árabes, tutsis e hutus matando-se feito bichos, quando os próprios bichos não têm requintes de crueldade – é tudo conseqüência da imbecilidade generalizada: “la sottise est um Don largement réppandu”(a tolice é um dom largamente difundido), disse Eco na mesma entrevista.
Que dizer dos programas de maior sucesso, aos domingos, em todas as redes de TV aberta? Que dizer das vendas dos livros esotéricos e de auto-ajuda? Que tal a chamada “representação popular”, povo elegendo povo para as câmaras e assembléias? E o fenômeno religioso “lato sensu”? E as barbaridades cometidas em nome das diversas religiões? E os genocídios cometidos pelos materialistas em prol de um mundo melhor? E o farsante “discurso racional” dos ateus?
Roger Fouts pretende que os macacos do velho mundo se tenham apartado do tronco original há 25 milhões de anos, deixando a família dos hominídeos – chimpanzés, humanos, gorilas e orangotangos. Há 15 milhões de anos foi a vez dos orangotangos; depois, apartaram-se os gorilas há 9 milhões de anos, deixando que chimpanzés e humanos caminhassem juntos até 6 milhões de anos atrás, o que explica a identidade de 98,4% de DNA entre os emergentes da Barra e os chimpanzés do zoo do Rio. Já os gorilas se diferenciam, tanto dos humanos como dos chimpanzés, em 2,3% de seu DNA, enquanto o orangotango tem 3,6% de seu DNA diferentes dos humanos e dos chimpanzés: “apesar de todas as aparências exteriores, o parente mais próximo do chimpanzé não é o gorila nem o orangotango, mas o ser humano” conclui o psicólogo que ensinou a chimpanzé Washoe a suar a ASL, linguagem norte-americana de sinais.
Em 1960, quando a etologista britânica Jane Goodall informou a Louis Leakey que os chimpanzés, em estado selvagem, estavam fazendo a usando ferramentas, o antropólogo e arqueólogo coçou a cabeça e caprichou na frase que ficou famosa: “agora teremos que redefinir ferramenta, redefinir homem ou aceitar o chimpanzé como Homem”.
Vivendo em bandos dominados pelo macho-alfa, o mais forte e mais feroz, nossa evolução privilegiou a imbecilidade. Seria a mesma coisa que selecionar, hoje, para doadores das centrais de inseminação artificial humana, os campeões de boxe, ou de uma luta chamada full contact. Machos mais fortes tendem a produzir filhos mais fortes, nunca menos imbecis.
É verdade que Gene Tunney (1898-1978), quando encerrou sua carreira, em 1928, como campeão mundial de boxe, já fazia palestras sobre Shakespeare no circuito universitário americano. Foi só a exceção para confirmar a regra da imbecilidade do macho-alfa.
Assim também como a seleção feita com base no mais bonito e, nem por isso, menos imbecil. As novelas da televisão estão cheias de machos bem-apessoados, com equipamento mental no limiar da oligergasia, que não consta no Aurélio mas é sinônimo de hipofrenia, oligofrenia, debilidade mental. Mesmo enveredando pela nomenclatura psiquiátrica, deu para o leitor entender.
Tartarugas, enguias, atuns, baratas, morcegos e caramujos são casos de adaptação vitoriosa, sem deixar de ser imbecil. O inseto conhecido em inglês como cockroach, do obsoleto cacarootch, derivado do espanhol cucaracha, tem 350 milhões de anos e continua sendo uma barata. Os morcegos têm 60 milhões de anos sem deixar de ser morcegos. E o atum nada a uma velocidade regular de 15 km/h, por um período de tempo indefinido, sem nunca deixar de se mover. Estima-se que um atum de 15 anos tenha viajado 1,6 milhões de quilômetros, o que não exclui o risco de ser transformado em salada, ou pasta de atum.
Este blog é uma recolhença, não de produtos agrícolas, mas uma colheita das tolices publicadas por ateus no dia a dia em seus sites, blogs e demais meios de comunicação.