Um blog que denuncia erros e desonestidades de certos ateus ou anti-religiosos. Essa denúncia é um bem também ao ateísmo
O homem está louco. E nós o enlouquecemos. (paráfrase a Nietzsche)
domingo, 2 de outubro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
É só desabafo...
Eu não tenho evidências de que essa gentalha seja atéia - fica o aviso.
E ainda insisto para que os religiosos passem a levar esse tipo de delinquente à justiça.
Vi aqui.
(sim, ainda estou devendo o post sobre o texto tosco publicado por Pedro Almeida. E estou devendo mais um tanto de outras análises.)
domingo, 14 de agosto de 2011
Pedro Almeida, o gênio... ou: como um ateu qualifica certos pensamentos de outros ateus
Na genialidade de todo ateu de internet, o Pedrinho descobriu que eu comento no site do utensílio doméstico voador. (eterna fonte de pérolas®)
Assim comentei:
1 – Este blog é dedicado a publicar pérolas(bostas) atéias
2 – os ateus que aqui comentam (e, portanto, acrescentam palavras no blog) falam majoritariamente pérolas(bostas) para defender as pérolas(bostas).
3 – as pérolas(bostas) são pérolas(bostas) aqui, na China, na Dinamarca e em qualquer buraco que tenha surgido um ateu autor de pérolas. As pérolas (ou bostas, já que assim prefere o Pedro Almeida da LiHS) independem de qualquer cosmovisão.
Aos desavisados vale salientar que este blog não é necessariamente uma bosta: este blog é uma fossa séptica de bosta atéia. (portanto, Pedrinho acerta quando diz “blog de bosta”, se no sentido de ‘blog com bosta’)
Uma das grandes diferenças entre este blog e tantos outros domínios ateus na internet, é que aqui a bosta atéia recebe o tratamento que toda bosta merece receber.
No bule voador, a bosta é tratada como alimento. Aqui ela é tratada como excremento, bosta, estrume, merda, cocô, dejeto, esterco, fezes que é.
E que conste que ainda assim eu prefiro a palavra “pérola”. (mesmo já tendo usado outras palavras)
Agora vamos ao erro do Pedro Almeida, ateu mestrando em engenharia elétrica pela Universidade Federal de Juiz de Fora.
Diz ele: “algum texto aqui publicado seja tosco. Chama-se projeção”
Textos toscos do bule voador que já figuraram neste blog.
O Papa é chato e eu sou demais
Foque a pessoa (em um domínio-extensão do bule)
Como eu era ruim antes do ateísmo!
O Papa é chato e eu sou demais (outra versão)
Falo sobre o que sei, invento sobre o que acho que sei e minto sobre o que não sei
Eu não tenho muito tempo para visitar o divino site deles, menos ainda para gastar lendo a coisa racionalmente/argumentativamente parca que é majoritariamente publicada por lá. Que o bule voador tem coisa aproveitável, claro que sim.
Mas tem texto tosco, ou como prefere o Pedro, tem bosta atéia.
Portanto, está PROVADO CABALMENTE que o bule voador publica texto tosco. (ou bosta, como prefere o Pedro Almeida, diretor geral da Lihs)
E se alguém duvida, basta visitar um dos 11 links acima e provar que o texto em destaque não é tosco. *** atualização dia 30/08/2011: é um exagero dizer que "está provado cabalmente" que há texto tosco no bule se apenas levando em consideração os links. Errei. O correto seria dizer que há frases estupendamente toscas para os links em questão, mas não necessariamente o texto tosco (que dá sentido para o entendimento de "texto todo tosco", "do início ao fim tosco"). De qualquer forma, há texto tosco no bule voador (inclusive textos que estão linkados acima - mas os posts não falam sobre o texto todo), e um dos que comentarei em breve é de autoria de Eli Vieira
A sapiência de Pedro Almeida não deve ter permitido que ele notasse que, chamando meu blog de bosta, estaria chamando de bosta coisas que foram publicadas no bule e compartilhadas aqui.
Eu concordo, é bosta atéia, mas eu prefiro chamar de pérola.
Se aquilo que o Pedro fez não foi projeção, foi um baita tiro no próprio pé, uma vez que se eu projetei alguma coisa do meu blog, foi conteúdo sapiencial de ateu divino, inclusive do próprio bule voador. (e agora também coisa do Pedro)
Tadinho do Pedro...
Mas, como sou bondoso com pessoas de determinado nível ou disposição de pensamento, o próximo post será para explicar ao Pedro (e a quem mais necessitar) que o texto em questão é tosco.
Não necessariamente bosta (como prefere Pedro Almeida), mas tosco.
domingo, 24 de julho de 2011
Texto introdutório
O texto será aqui reproduzido e deve ser tomado como uma singela homenagem (também humorística) aos ateus autores de pérolas.
Em verde pequenos acréscimos e em azul as pequenas mudanças feitas por mim.
A propósito da imbecilidade
Já se encontraram fósseis do homem de Neandertal na Espanha, Alemanha, frança e Israel. A primeira ossada foi descoberta no Vale do Neander, em 1856. Sabe-se, hoje, a partir de uma flauta esculpida em osso de urso, que o neandertalense gostava de música e conhecia a escala musical básica. Foi o primeiro hominídeo a enterrar os seus mortos, podia chegar a 1,70 m, era de compleição robusta e tinha a testa proeminente, nada muito diferente de alguns H sapiens sapiens testudos que se vêem por aí. Acredita-se que o homem de Neandertal tivesse rudimentos de linguagem e ainda está em discussão se chegou a misturar-se como o homem moderno, cerca de 40 mil anos atrás.
A imbecilidade, qualidade ou estado de imbecil, que não deve ser confundida com retardamento grave, situado entre a idiotia e a debilidade mental, de que fala a psiquiatria clássica, é contudo muito anterior ao Homo sapiens neanderthalensis. Remonta a uma criatura de aparência simiesca que, há 30 milhões de anos, segundo Roger Fouts, começou a aventurar-se para fora das árvores, dando origem aos grandes primatas atuais – chimpanzés, gorilas, orangotangos e nós outros.
Imbecilidade é burrice, estultice, camelice, cretinice, asnice, tolice, processo de estultificação, parvoíce, burriquice – sinonímia extensa, como enorme, gigantesco, fenomenal é o número de estultos. Já na Roma dos césares, ou mesmo antes dela, era sabido que “Stultorum infinitum est numerus” – o número de tolos é infinito.
Este capítulo deveria chamar-se “filogênese da imbecilidade”, não fosse o risco de o substantivo filogênese, “história evolucionaria das espécies”, também merecer a tacha de imbecil. O período de 30 ou 40 milhões de anos passados nas árvores, pelos ancestrais da criatura de aparência simiesca que se aventurou no chão há 30 milhões de anos, pode ter sido muito útil para desenvolver dedos preênseis, visão binocular, crânio que se arredondou e cérebro que aumentou, que permitam ao avozinho do nosso avozinho caçar insetos arbóreos, rãs, lagartos e cobras com perfeita noção de profundidade, proporcionada pela visão binocular, sem correr o risco de se esborrachar num tombo de muitos metros de altura.
A história evolucionária da espécie é a história da sobrevivência dos mais aptos, o que absolutamente não quer dizer que seja a história dos menos imbecis. Até pelo contrário, a mesma imbecilidade que se vê hoje em dia, em todas as esferas, em todos os países de todos os continentes, onde o mínimo que acontece é a milícia talesbã dar com os costado na idade média, sérvios e croatas, judeus e árabes, tutsis e hutus matando-se feito bichos, quando os próprios bichos não têm requintes de crueldade – é tudo conseqüência da imbecilidade generalizada: “la sottise est um Don largement réppandu”(a tolice é um dom largamente difundido), disse Eco na mesma entrevista.
Que dizer dos programas de maior sucesso, aos domingos, em todas as redes de TV aberta? Que dizer das vendas dos livros esotéricos e de auto-ajuda? Que tal a chamada “representação popular”, povo elegendo povo para as câmaras e assembléias? E o fenômeno religioso “lato sensu”? E as barbaridades cometidas em nome das diversas religiões? E os genocídios cometidos pelos materialistas em prol de um mundo melhor? E o farsante “discurso racional” dos ateus?
Roger Fouts pretende que os macacos do velho mundo se tenham apartado do tronco original há 25 milhões de anos, deixando a família dos hominídeos – chimpanzés, humanos, gorilas e orangotangos. Há 15 milhões de anos foi a vez dos orangotangos; depois, apartaram-se os gorilas há 9 milhões de anos, deixando que chimpanzés e humanos caminhassem juntos até 6 milhões de anos atrás, o que explica a identidade de 98,4% de DNA entre os emergentes da Barra e os chimpanzés do zoo do Rio. Já os gorilas se diferenciam, tanto dos humanos como dos chimpanzés, em 2,3% de seu DNA, enquanto o orangotango tem 3,6% de seu DNA diferentes dos humanos e dos chimpanzés: “apesar de todas as aparências exteriores, o parente mais próximo do chimpanzé não é o gorila nem o orangotango, mas o ser humano” conclui o psicólogo que ensinou a chimpanzé Washoe a suar a ASL, linguagem norte-americana de sinais.
Em 1960, quando a etologista britânica Jane Goodall informou a Louis Leakey que os chimpanzés, em estado selvagem, estavam fazendo a usando ferramentas, o antropólogo e arqueólogo coçou a cabeça e caprichou na frase que ficou famosa: “agora teremos que redefinir ferramenta, redefinir homem ou aceitar o chimpanzé como Homem”.
Vivendo em bandos dominados pelo macho-alfa, o mais forte e mais feroz, nossa evolução privilegiou a imbecilidade. Seria a mesma coisa que selecionar, hoje, para doadores das centrais de inseminação artificial humana, os campeões de boxe, ou de uma luta chamada full contact. Machos mais fortes tendem a produzir filhos mais fortes, nunca menos imbecis.
É verdade que Gene Tunney (1898-1978), quando encerrou sua carreira, em 1928, como campeão mundial de boxe, já fazia palestras sobre Shakespeare no circuito universitário americano. Foi só a exceção para confirmar a regra da imbecilidade do macho-alfa.
Assim também como a seleção feita com base no mais bonito e, nem por isso, menos imbecil. As novelas da televisão estão cheias de machos bem-apessoados, com equipamento mental no limiar da oligergasia, que não consta no Aurélio mas é sinônimo de hipofrenia, oligofrenia, debilidade mental. Mesmo enveredando pela nomenclatura psiquiátrica, deu para o leitor entender.
Tartarugas, enguias, atuns, baratas, morcegos e caramujos são casos de adaptação vitoriosa, sem deixar de ser imbecil. O inseto conhecido em inglês como cockroach, do obsoleto cacarootch, derivado do espanhol cucaracha, tem 350 milhões de anos e continua sendo uma barata. Os morcegos têm 60 milhões de anos sem deixar de ser morcegos. E o atum nada a uma velocidade regular de 15 km/h, por um período de tempo indefinido, sem nunca deixar de se mover. Estima-se que um atum de 15 anos tenha viajado 1,6 milhões de quilômetros, o que não exclui o risco de ser transformado em salada, ou pasta de atum.
Este blog é uma recolhença, não de produtos agrícolas, mas uma colheita das tolices publicadas por ateus no dia a dia em seus sites, blogs e demais meios de comunicação.
domingo, 26 de junho de 2011
Mas é cada um...
Mas se for o caso de a bancada evangélica no congresso não saber o que é respeito, então o problema é nosso, mas ainda assim não justifica a generalização do Saulo.
O "Sauloxicão" não precisa ficar preocupado, a realidade está aí e qualquer ser racional tem o conhecimento de que muitos religiosos sabem o que é respeito, portanto, Saulo faz uma generalização descabida, falaciosa.
Pois bem, não bastasse a pérola apontada acima, tem outra:
Não interessa em que os religiosos de cada religião acreditam, isso não nos dá o direito de dizer que são mentalmente doentes, ou que não são mentalmente saudáveis (se é que há diferença entre as assertivas).
Outra coisa interessa lembrar: o diploma que Saulo conseguirá ao final do curso superior que faz não dá aval para diagnosticar se alguém está ou não mentalmente saudável.
De fato, nem outros ateus mais gabaritados para tal diagnóstico possuem a indecência de falar isso dos religiosos (generalizando).
E aproveitando a questão do respeito (primeiro print), o Saulo sabe muito bem o que é respeito, não é?
A melhor razão que sempre encontrei para explicar o fato de os religiosos não meterem um processo em gente que os discrimina e age preconceituosamente contra eles (assim como o Saulo Gonçalves fez) é a questão financeira. Mesmo o processo judicial sendo moroso, só o fato desse tipo de gente saber que não é possível falar merda sem que sofra as devidas e legais conseqüências já é um bom caminho.
Vi aqui e aqui.
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Este post é um anexo de uma resposta ao Saulo.
Outro post será publicado posteriormente.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
O deus que o ateu queria ter...
Fico pensando o quanto de estudo e reflexão é necessário para um ateu crer num deus assim.
Faz sentido que seja impossível crer.
Já o espantalho criado pelo ateu, a gente releva. (ironia)
(link)
Sem fé: No fundo, nem eles acreditam: "por Sauloxicão Q ue o papa anda sempre em um carro blindado e cercado de seguranças, não é novidade pra ninguém. Mas na prática isto não é ..."
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Alienação marxista
O mais incrível – e aí está uma das razões de meu agnosticismo – é que as provas ou fundamentações de tais loucuras marxistas são tão (ou mais) frágeis que um bocado de coisas de certas religiões. E mesmo existindo motivos sérios para desconsiderar tal visão mística, os religiosos marxistas insistem em sua peculiar visão como chave para a salvação para a humanidade.
Falar bonito, quem sabe, talvez seja a única benesse de ser assim marxista, sistema falido desde muito antes da queda do muro de Berlim.
Tudo bem que o marxismo deu lá suas contribuições – e está enganado o ateu que pensa que estou falando das chacinas e genocídios de opositores e religiosos, mas seu tempo já passou.
A lukretia acabou por mostrar às pessoas o motivo dos marxistas perseguirem e matarem a torto e a direito os religiosos: essa maldita ordem capitalismo-explorador-desumano de família heterossexual e monogâmica só subsiste por causa da religião.
Como essa ordem é má, podre, prejudicial, retrógrada, etc, estamos autorizados (senão obrigados) a usar de todos os meios necessários para acabar com esse maldito escudo que protege tal ordem: a religião!
E ANÁTEMA SEJAM TODOS EM CONTRÁRIO!!
O discurso de marxistas assim, apesar de louco, é uma dádiva se comparado com o potencial de loucuras no agir, que sirvam de testemunhas os fatos históricos.
Vi aqui.
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Pérola também é o querer encerrar tudo em linguagem.
Aliás, apenas para coisas dos ‘crentes’, pois qualquer outra lorota marxista não pode ser apenas linguagem, possui um indubitável estatuto ontológico, puromundo, própriomundo.
E ANÁTEMA SEJAM TODOS EM CONTRÁRIO!!
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ps: infelizmente(?) lukretia foi mais rápida e deletou o blog dela antes da conclusão deste post. No entanto, sempre que alguém quiser ler suas "sábias" palavras basta ir ao (por muitas vezes) puteiro de comentários no blog do Paulo.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Mais da eterna
E aproveitando novamente a deixa da minha eterna fonte de pérolas®, linko aqui um texto escrito por Jairo Felipe mostrando as mentiras factuais e empíricas de um texto também escrito pela Rayssa Gon na eterna fonte de pérolas®.
(eu achei que o Jairo foi passional demais em alguns momentos do texto. Deve ser pelo fato da Rayssa Gon ter mentido ou escondido dados (aparentemente) descaradamente... quem sabe foi só mais um texto sem um mínimo domínio do assunto.)
Mentiras do Bule Voador sobre a Descriminalização do Aborto em Portugal
ps: caso alguém não tenha notado, o ponto que estou chamando a atenção não é sobre "assassinato" ou não de um ser humano (ou não), mas sobre mentiras factuais.
domingo, 12 de junho de 2011
Ela
A Rayssa Gon deu uma de colunista e tentou comentar uma matéria sobre a visita do bicho papão dos ateus, ops, do Papa à Croácia. (sim, quem não acompanha o Papa tem garantia de saber o que ele faz através de qualquer site ateu de meia tigela)
A primeira coisa que eu quero lembrar para a coitada da atéia é que o Papa, na ocasião, estava falando a um grupo presentes na cerimônia (missa), e que esse grupo é cristão católico.
Portanto, o Papa não estava errado em uma vírgula sequer do que ele disse, segundo a cosmovisão cristã. (Papa, cristianismo... entenderam ou é preciso desenhar?)
Vamos então às pérolas:
Acientífico onde, filhota? Vá estudar.
Anti-humanitária? Sem dúvida falta muita, mas muita elucubração para acusar o Papa de anti-humanitário só por reprovar o aborto. Quem sabe a atéia comece lendo o link acima para entender o como a bendita ciência tem certeza absoluta (ironia) do início da vida humana?
E tem mais bosta: “único e preconceituoso conceito de família”.
Vimos acima que a Rayssinha está aplicando um “único e preconceituoso conceito de humanitário”. Hehehe (incrível como esse povo se enforca, se chafurda na própria lorota)
Mas vamos lá: o Papa, querida sapiencial atéia, está sim aplicando um único conceito de família, que é o conceito cristão e tradicional. (Papa, cristianismo, cristãos... entendeu ou é preciso desenhar?). Se a Rayssa acha preconceituoso, terá que elucubrar mais...
E digo mais: quem conseguir provar que é preconceituoso ganhará a ninharia de 150 reais na conta bancária.
Topa?
Vi aqui.
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Com relação a esse tipo de estupidez atéia (necessidade e gosto pelas palavras do Papa), gostaria de lembrar a todos os ateus de quinta que o Papa não é ateu, nem materialista, nem niilista, etc.
Ele é cristão católico.
Mas como????!!!!! Hahahaha
sábado, 11 de junho de 2011
O Ateu é o Enganador
Prestem atenção no conteúdo do link acima; é ou não é no jeito daquelas musiquinhas de MCs que fazem de tudo só para ter rima?
É o nível do ateísmo de internet.
Cortesia da enterna fonte de pérolas®, que garimpou lá no Diludido.
(Não é incrível como minha eterna fonte de pérolas® consegue propagar bobagens?)
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Calma Yuri, nem duas mil pessoas curtiram a liga no facebook.
Não propagam tanto. hehehe
sábado, 21 de maio de 2011
Potiguar
A felicidade dele foi ter produzido um pequeno post e assim evitou mais ‘nonsenses verborrágicas’ aos navegantes.
Como tenho observado, a “manifestação” parece ser aquilo que mais sustenta certos escritos ateus na internet. A liberdade é de todos, e estou incluso no todo.
Portanto, não estou interessado se o que fazem é puro fruto da liberdade de expressão (e por isso, como podem pensar alguns, livre de racionalidade e não passível de crítica), caiu na rede é peixe, pérola é pérola.
“(...) a pergunta “deus existe?!” já se encontra completamente viciada, pois tem a intenção em lançar dúvida sobre algo que a gente não tem (...)parâmetro para questionar”
Não temos parâmetros para questionar? Então o ateísmo nunca questionou a existência de Deus, apenas afirmou pela livre e espontânea natureza instintiva subjetiva que Deus não existe?
De fato o Daniel está tratando de algo muito subjetivo, pessoal. Quem sabe ele acaba encontrando o unicórnio cor de rosa...
O segundo parágrafo do print...Pqp!!
“A gente só faz tal tipo de pergunta porque nós fomos condicionados,”
Assim escreveu o deus onisciente, Daniel Menezes, para a Carta Potiguar.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
O pedagogo
Para contextualizar, no print acima ele vocifera que "Deus" é o nome utilizado para justificar TODO tipo de preconceito.
Abaixo, mais loucura:
Lamentável.
Vamos pelo lado bom, talvez as crendices individuais não influencie em nada no comportamento ou ensinamentos que tais pessoas transmitirão às crianças.
Agora, que o Saulo escreveu baboseira (prints), impossível duvidar. (e se duvida, comente)
Vi aqui
domingo, 17 de abril de 2011
Voou
Atualização dia 01/05/2011
Para melhor entendimento, ler meu comentário do dia 30/04/2011 12:09 em resposta ao Leandro Correia.
Mas como essa não é a normalidade, tenho que dizer:
sábado, 9 de abril de 2011
Totalitarismo
Pois bem, não basta querer mandar na vida dos indivíduos, é necessário cuidar para que a sociedade adote determinadas posturas mesmo em detrimento com liberdades até então inalienáveis - em outras palavras, um regime totalitário.
Por sorte, isso é coisa do "velho mundo". Não chegará ao Brasil.
Assim espero.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Conversão
Há elementos na subjetividade – de conversões, “desconversões” e demais experiências – que de fato só a pessoa que passou por aquilo pode versar sobre a persuasão de tais elementos. (muito embora não ultrapassando um nível subjetivo)
Mesmo assim, a experiência não garante a racionalidade do discurso, menos ainda a persuasão.
E se até pontos objetivos não são capazes de garantir a adesão/convencimento ou determinado comportamento de outros, é muita inocência e presunção (para não dizer estupidez) achar que pontos subjetivos garantirão a adesão ou determinado comportamento de outros. (a menos que os outros estejam no mesmo grau de [in]capacidade crítica)
Gostaria que dessem uma olhada no print a seguir:
1 fulano tinha uma fé inquestionável
2 fulano virou ateu
3 fulano não vai abraçar a fé inquestionável novamente
Agora eu pergunto: como fulano (inicialmente crente) fez para virar ateu sem questionar a “fé inquestionável”?
Amnésia? Ou o fulano é um ateu que conserva a fé inquestionável de seus tempos de ‘crente’?
-
Não são incríveis as metamorfoses que vemos em nossos dias?!
E que conste que essa é a “razão” que o ateu Robson Fernando de Souza não quer deixar de lado.
Uma pena...
Vi aqui.
(atualizado 04/04/2012 post aqui)
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Senhoras e senhores, atentos ao jargão “fé inquestionável”.
Não há nada verdadeiramente inquestionável, independentemente da crença.